Possibilidade de greve dos caminhoneiros em fevereiro é afastada pela CNTA

[caption id="attachment_43158" align="aligncenter" width="300"] De acordo com o assessor da CNTA, Marlon Maues, “essa manifestação é de pseudolideranças por trás de um conselho (CNTRC) sem legitimidade, que nem CNPJ tem". (Foto: Nelson Antoine/Shutterstock.com)[/caption]

Possibilidade de greve dos caminhoneiros em fevereiro é afastada pela CNTA

Assessor da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos afirmou que iniciativa do CNTR e ANTB não tem representatividade

Informações publicadas em reportagem pelo Correio Braziliense, nesta sexta-feira (15), destacam que o chamamento para uma greve geral, no dia 1º de fevereiro, do setor de transporte rodoviário de cargas não tem representatividade.

No início do mês, o Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e a Associação Nacional de Transportes do Brasil (ANTB) se posicionaram em relação a uma série de demandas feitas ao governo federal, visando benefícios aos trabalhadores do setor e que, caso “não fossem atendidas”, haveria uma paralisação geral, como a 2018.

O risco de nova greve para o setor foi descartado pela Confederação Nacional de Transportadores Autônomos (CNTA) e outras entidades ligadas ao segmento. De acordo com o assessor da CNTA, Marlon Maues, “essa manifestação é de pseudolideranças por trás de um conselho (CNTRC) sem legitimidade, que nem CNPJ tem. São agitadores e oportunistas que ficam usando as mídias sociais para confundir a categoria”.

Para Maues, as justificativas para a paralisação não têm fundamento, visto que o governo federal tem mantido o diálogo com as entidades ligadas ao setor, criando inclusive um fórum permanente. Além disso, o assessor destacou que esta é a época de safra e a estimativa é de que a colheita de soja seja maior do que a anterior, em até 3,4%, tendo como consequência o aumento da demanda por mão de obra, ampliando as vagas de emprego para a categoria.

*Com informações do Correio Braziliense

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